quarta-feira, 29 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011


De joelhos, caido, no fim de alguma avenida
ela surgiu e estendeu-me a mão.
Aquele toque, o unico toque, foi meu martirio final.
Durante anos eu havia lutado contra meu coração, e agora eu estava salvo.
Salvo pelo meu maior inimigo, a luz havia tocado meu coração, era melhor morrer do que deixar de amar.

//Olivroquenaotinhanome