terça-feira, 20 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010


Quando a vida existia, viver era fácil, nem rápido nem devagar, mas sim tranquilo.
Nem o passo da queda era tão difícil, cair era apenas uma interrupção pra um novo caminho.
O silencio que antes era musica agora é estarrecedor, não completa mais nada só grita, grita e grita. Nenhuma cor nova só gritos abafados por pulmões carne e ossos.
Horas e mais horas assim e enfim uma existência totalmente desconhecida, onde cada hora lhe parecia um dia e cada passo lhe conduzia à um mar perverso de medo e nostalgia.
Aonde estaria o que ele tanto procurava?
Ao certo nem ele saberia responder, pois se quer sabia o que procurava;



/O livro que não tinha nome.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010


Os médicos estão fazendo a autópsia
Dos desiludidos que se mataram
Que grande coração eles possuiam
Viscéras imensas, tripas sentimentais
E um estômago cheio de poesia.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Mas preste atenção quando a chuva cair, Você vai me ver;


Os dias apenas vão passando, essa saudade vai sumindo, minha dor vai morrendo, e em alguns dias eu até penso que nada aconteceu, meus olhos vão recuperando o brilho e pouco a pouco a vida vai se refazendo.


/Olivroquenaotinhanome